PRISIONEIROS | 06Jun2007 19:00:00

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ERAM PRISIONEIROS,
NÃO COMO AQUELES DAS GRADES
NEM COMO PRESA DE GARRAS AVES
ESTAVAM SÓ PRESOS Á SORTE
QUE A SORTE TEM.

E QUANDO A TEMPESTADE LEVANTAVA,
NO LEVANTE EM SEUS PEITOS GRAVADO
SOPRAVA UMA AGONIA,
UMA AGONIA DE DESILUSÃO.
FALAVAM DO LIXO, DA PODRIDÃO
DO ÚLTIMO MOMENTO QUE HÃ
NO HAVER TRISTE ILUSÃO
NO DEPOIS DO AMANHÃ.

E UNIDOS PELO ETERNO INSTANTE
DE QUEM TRAGA NO MESMO PRATO,
RIAM PARA ALÉM DO ADIANTE
PARA DENTRO DO IMEDIATO.


...

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